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terça-feira, 18 de setembro de 2007

Lido

"Parece que, da China, só nos vêm problemas e constrangimentos. Parece que querer correr com as 'lojas chinesas' da Baixa e acantoná-las numa "Chinatown" a criar, como defendeu Maria José Nogueira Pinto, é uma proposta racista, xenófoba e discriminatória. Parece, pois, que o que é politicamente correcto é investir uns milhões largos numa operação de revitalização da zona histórica e central de Lisboa, mas sem ferir os interesses dos comerciantes chineses ali instalados, em sã convivência multicultural com a arquitectura pombalina. É fácil, aliás, imaginar como os chineses receberiam de braços abertos uma invasão de tasquinhas e casas de fado portuguesas na Praça Tiananmen..." (ver mais)

Miguel Sousa Tavares, no Expresso de 25 de Setembro

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

A indignidade - 2

Como se sabe, o Primeiro Ministro não quis saber da visita do Dalai Lama. O MNE Luís Amado, de cócoras e já com as calcinhas em baixo para chinês ver, disse as esperadas palavras, que caíram como mel em Pequim: "Oficialmente, o Dalai Lama não é recebido por responsáveis do governo português, como é óbvio". Como é óbvio, será que o estadista (?) quis fazer esprit com o "obviamente demito-o", de Delgado"? No entanto, prepara-se a recepção oficial a Robert Mugabe, o tristemente célebre torcionário do Zimbábue. Que é tudo menos adepto da não violência. Em suma, o PM devia era pôr os olhos no desempenho diplomático dos seus colegas europeus. Só teria a ganhar. Como? A notícia vem no Diário Digital e fala por si: "A chanceler alemã, Angela Merkel, recebe o Dalai Lama, a 23 de Setembro, em Berlim, anunciou hoje o seu porta-voz, em mais um sinal do seu empenho em levantar questões de direitos humanos com a China." Veja-se também esta lista, realmente impressionante, dos governantes e figuras públicas com quem o Dalai Lama manteve conversações, de 1959 para cá. Como é óbvio, não é, senhor MNE?

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006

Yes, Minister?

O nosso MNE, Freitas do Amaral, revelou-se à altura dos sofistas: uma coisa pode e não pode significar o seu contrário. Bravo! Esclareça-se que, até às recentes e inusitadas declarações sobre a tempestade lançada pelos cartoons dinamarqueses, agora explicadas ao povo e contadas às criancinhas, dele só tinha lido a sebenta de Direito Administrativo, na FDL, em 4 volumes...
Só espero que os dinamarqueses tenham assobiado para o ar com as suas rapaziadas terceiro-mundistas. Se a trapalhada e a irresponsabilidade pagassem imposto, o Professor teria que se munir de uma réplica do super-computador que o fisco norte americano usa para calcular os proveitos do Bill Gates. Por isso, é de aplaudir este poste . E este