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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Que imagem para a Guarda?

Américo Rodrigues lançou o desafio urbi et orbi, no "Café Mondego": escrever um texto acerca da imagem da (para a) Guarda. Aí aproveita para traçar algumas das questões chave nessa apreciação. Pois bem, acabei ontem de me juntar aos que aceitaram o repto. O texto poderá ser lido aqui.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Slow city

O City Marketing, ou Marketing Territorial, está centrado principalmente na promoção e aumento da visibilidade de um território (região, cidade, país). A nível interno, fortalecendo a identidade e a interacção entre os seus residentes. A nível externo, atraindo investidores, turistas e visitantes, criando condições também para que os empresários locais possam exportar os seus produtos e serviços para mercados internacionais.
Cada território adopta a sua própria estratégia "diferenciadora". Uma dessas estratégias é o Slow City, ou Cidade Lenta. Mas o que é o Slow City? Uma Cidade lenta, é uma urbe na qual se pode viver sem pressas, sem correrias, sem labutas inconsequentes e, principalmente, sem a influencia totalitária da tecnologia e dos meios de comunicação, como telemóveis e Internet, entre outros. E além disso, numa cidade lenta, eliminam-se os outdoors publicitários e os anúncios de néon, a proliferação de ruídos incómodos, como buzinas e alarmes de automóveis etc. Permitindo desta forma aos residentes usufruirem de uma maior qualidade de vida, e aos turistas a possibilidade de desligarem-se, por uns dias, do caos e do stress do urbano e seus ritmos de trabalho.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

O fantasma da ópera

«José Sócrates fez-se líder nos estúdios da RTP e não nos comícios ou nas campanhas de rua. A sua noção de povo é a dos figurantes dos estúdios televisivos. E por isso, perante as manifestações populares, Sócrates reagiu inicialmente com o constrangimento dum realizador que detecta uma falha no guião. Em seguida optou, como fez ontem na inauguração da Ponte da Lezíria, por eliminar a cena. Por agora acredita que, tal como nos estúdios de televisão, também na vida basta focar mais aqui e tirar a luz acolá para que outra realidade aconteça. O nosso primeiro-ministro nasceu politicamente no meio dos cenários e não quer sair de lá.»

Helena Matos, no "Público"