águas correntes
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sábado, 4 de abril de 2009
Já agora...
Pronto, já sabia. Sucumbo sempre sempre diante deste poema, como se fosse uma dádiva antiga, sem peso...
Há-de haver em ti restos de um abrigo,
A sombra do lume,
Uma melodia em ruínas.
E uma palavra inteira,
Nascida agora,
Ainda suja de sangue.
A.M.
in
"A Imitação dos Dias"
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