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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Trepidações geek

O verdadeiro choque tecnológico chegou para mim ontem à tarde. O facto foi que adquiri um novo computador de secretária e um router. Equipamento esse que comecei a instalar por essa altura. A renovação impunha-se, é evidente. O actual desktop "engasgava-se" cada vez mais frequentemente, estava lento, pesado e as ventoinhas, embora não igualassem os decibeis de um reactor de um 747 em funcionamento, eram menos silenciosas do que a ventoinha de tecto do bar do Rick, no iconográfico "Casablanca". O problema é que a "instalação" engloba várias fases, qual delas a mais demorada e trabalhosa: fazer uma série de backups no pc antigo, de modo a que toda a "tralha", incluindo ficheiros, mensagens e definições personalizadas, fique gravada no disco rígido que pretendo reinstalar no novo; retirar do "velhinho", para além de um disco, a placa de som, de tv e uma drive óptica e montá-las no novo, de modo a que aquele ainda funcione, mas "nos mínimos"; quanto ao router, configurar a instalação, definir o ip, o dns, o wireless e respectivo alcance. Por último, testar o desempenho da "coisa". Entretanto, é melhor nem falar no caos que se vai instalar no escritório até amanhã. No final, depois de um "Bushmills", só falta contemplar a "obra feita" e suspirar pela próxima revolução.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Mais uma história da carochinha


Com o título "Publicidade Enganosa", o "Zero de Conduta" acaba de desmontar a última fábula tecnológica propalada por Sócrates: o "Magalhães", "primeiro portátil português", supostamente produzido pela JP Sá Couto, anunciado com pompa e circunstância para ser distribuído a crianças dos 6 aos 11 anos; a criação de uma nova linha de montagem da Intel em Portugal, implicando cerca de 1000 novos postos de trabalho. Aqui fica um excerto do texto:
" Não só o computador não tem nada de novo como a única coisa portuguesa é a localização da fábrica e o capital investido. A "novidade mundial" ontem apresentada, já tinha sido anunciada a 3 de Abril - no Intel Developer Forum, em Shangai - e foi analisada pela imprensa internacional vai agora fazer quatro meses. O tempo que tem a segunda geração do Classmate PC da Intel, que é o verdadeiro nome do Magalhães. De resto, o primeiro computador mundial para as crianças dos 6 aos 11 anos, características que foram etiquetadas pela imprensa lusa por ser resistente ao choque e ter um teclado resistente à agua, já está à venda na Índia e Inglaterra. No primeiro país com o nome de MiLeap X, no segundo como o JumpPC. O “nosso” Magalhães é isso mesmo, uma versão produzida em Portugal sob licença da Intel, uma história bem distinta da habilmente "vendida" pelo governo para criar mais um caso de sucesso do Portugal tecnológico."

domingo, 11 de maio de 2008

Toma lá dá cá

Resolvi dedicar-me, neste domingo, à cirurgia dos transplantes na área do hardware. O mesmo é dizer, "autopsiar" dois computadores, um para ser usado e o outro como reservatório de componentes. De modo a retirar de um tudo o que possa aumentar a performance do outro. Uns chamam a isto "artilhar" a máquina, outros um exemplo de reciclagem. No fundo, trata-se da aplicação à informática da célebre teoria das vantagens comparadas, um princípio de economia política desenvolvido por David Ricardo, em Inglaterra, nos princípios do séc. XIX.