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domingo, 18 de abril de 2010

A tragédia de Inês

Algumas questões pertinentes do universo chupista bem pensante, num país onde as desigualdades são cada vez mais abissais: como é que a turbo-deputada Inês de Medeiros foi passar o fim-de-semana a casa, em Paris? No Sud-Express, como o bom povo de esquerda, que é suposto representar? Sim, num inusitado remake do épico regresso de Jacinto a Tormes? By the way, a AR pagaria o bilhetinho de ida e volta, em 1ª classe, como vem sendo hábito? E já agora, respondendo à vossa curiosidade, seus malandrecos, será que o Estado subsidiaria o seu pequeno almoço em Hendaye, como ajuda de custo para o penoso transbordo?

PS: por falar em odisseia, sabe-se que Cavaco Silva já chegou a Lisboa, depois de 1700 Km "à boleia", desde Praga... O país pode assim ficar mais tranquilo...

terça-feira, 17 de julho de 2007

Deram-me uma bandeira mas nem sei para quê

É conhecida a história das romagens de idosos de várias proveniências até à capital, para recompor a "moldura humana" no Altis e bater palmas a António Costa, durante o discurso triunfal. Ao que parece, as viagens foram pagas por várias Câmaras socialistas. Ora, escreve a propósito Pedro Morgado, no "Avenida Central":
Reagindo ao facto de alguns dos idosos transportados até Lisboa terem dito que a viagem era paga pela Câmara, China Pereira, líder da concelhia socialista de Cabeceiras de Basto, considera que "é natural que as pessoas confundam devido à idade". Eu vou mais longe: é naturalíssimo. O que não é natural é que o PS tenha levado para o circo de Lisboa precisamente as pessoas que se confundem devido à idade, num inaceitável aproveitamento da confusão alheia.