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domingo, 9 de maio de 2010

Os grunhos do Braga atacam

Um grupo de adeptos do Sporting de Braga vandalizou, hoje, a Casa do Benfica, na Avenida da Liberdade, em Braga, tendo retirado do seu interior uma águia embalsamada que foi queimada perante o gaúdio dos presentes. Ler aqui a notícia completa.

Calma ó bimbos. Imitar os boxos amiguinhos ajeiteiros do féquêpiê não é para qualquer um!... Xua xantidade bem aí para bos abenxoar, ó grunhantes. Espeiro támbêm (esta gente nem português sabe falar)  que Bento bos abxolva. Por mim, podem continuar a ser abençoados pelo Prof. Marcelo. Que há-de explicar também como na teoria geral do Direito Penal se pode apreciar a justificação apresentada para o vandalismo e analisar a palavra gáudio do ponto de vista semântico..

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A criminalidade global

Os dois assaltantes à filial do BES em Lisboa eram brasileiros em situação ilegal. Pelos vistos, esta afirmação, puramente factual, já acicatou as brigadas do politicamente correcto. Que prontamente colocaram no index aquela evidência e a necessidade de combater a emigração ilegal. A reacção foi inusitada, por parte dos esquerdalhos do costume. Daniel Oliveira, o porta bandeira habitual deste segmento, chega a insinuar que a acção da polícia foi excessiva. Excessiva porquê? Deviam matar primeiro os reféns e depois convidar os assaltantes para beber uma caipirinha? Chamar o representante de uma associação de emigrantes para incentivar o "diálogo"? Usar munições de salva? Isso sim, é que era! Afinal, os assaltantes eram um pobres rapazes "explorados", que vieram melhorar a sua condição de vida, vítimas do SEF, vítimas de qualquer coisa, vítimas, vítimas, que andavam a fazer pela vida, lutando até contra a "sociedade capitalista", já que assaltavam um banco. Portanto, a polícia não tinha nada que intervir, já que se tratava de heróis da classe trabalhadora brasileiros. Ou seja, do internacionalismo proletário. E se fossem americanos? Aí, diria o inefável Oliveira, chamava-se logo a cavalaria. No mínimo.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Noite azulada


A operação Noite Branca começa a dar alguns frutos. Melhor, deu à costa algum peixe miúdo. A parte imersa do iceberg. De fora ainda está, por enquanto, quem encorajou, beneficiou, ou garantiu a impunidade destes nichos de crime organizado. Já interrogaram o guarda Abel? A ligação de alguns arguidos às claques afectas ao FCP é por demais conhecida. É o reino do "meio", como JPP apelida esta teia de cumplicidades. Atente-se a lista de agressões a jornalistas cometidas por elementos afectos à conhecida agremiação regional. Resta saber qual a dimensão e o alcance da cumplicidade do clube com as redes privadas de segurança de estabelecimentos nocturnos. Ou estão à espera que o cappo di tutti cappi seja julgado primeiro? O mesmo de quem, aliás, Bruno Pidá já foi guarda-costas.