sábado, 3 de outubro de 2009

Vamos ao teatro

MENINA ELSE, de Arthur Schnitzler. Adaptação e Encenação de Christine Laurent. Com Rita Durão. Produção: Teatro da Cornucópia. Música: Tzigane Tango in Mi Buenos Aires Querido por Daniel Barenboim Waldszenen; op. 82, 1. Schumann, por Maria João Pires. Hoje pelas 21.30 no Pequeno Auditório do TMG. Portanto, se quem me ler para já estiver na Guarda, ou perto, ainda está a tempo de ver este grande espectáculo.

Preces atendidas - 33

Kate Winslet

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As fontes

Alguns me solicitaram um comentário sobre a recente declaração presidencial, a propósito das alegadas "escutas" em Belém. A questão é: tudo não passou de um fait divers apropriado para a silly season, ou houve mesmo um Belemgate, maquinado por agências de comunicação ao serviço do Governo e por instâncias do partido que o apoia? A coisa até faz lembrar certos episódios da 1º República, onde o sectarismo e a violência instigada pelo PRP produziram coisas inimagináveis. A prudência manda que não haja certezas de nada. O que não impede que se perceba até onde pode levar a intoxicação da opinião pública, em período eleitoral, com doses maciças de casos fabricados. Fiquemo-nos, entretanto, pelo comentário sensato e certeiro de Luciano Amaral, n' "O Insurgente". Para já, é a sabedoria possível.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Mau perder


O Dr. Louçã continua imparável no desconchavo. Que diabo! Podia muito bem organizar uma semana de reflexão pós eleitoral, com os acólitos da seita, numa quinta qualquer, recitando cânticos milenaristas e mantras anti-capitalistas, leituras em voz alta das obras completas de Trotsky e uma sessão sobre "como fazer cocktails molotov!". Tudo apimentado com alto teor de THC, é claro, providenciado pelo Oliveira. O Daniel. Pois. Mas não! O auto-proclamado demiurgo da esquerda voltou logo à carga. É a saudosa revolução permanente, meus amigos... Agora voltou-se contra Portas, num acesso intempestivo de hidrofobia. Acusando-o, vejam só, de ter feito desaparecer o contrato dos submarinos, no meio das fotocópias que o então ministro tirou antes de sair. Mesmo depois, note-se, de o MP ter concluído o inquérito e determinado a autoria das irregularidades cometidas. Assim ilibando Portas de qualquer responsabilidade. O país ficou então a saber que o Dr. Louçã, para além de exibir uma inusitada ideia de si próprio, tem mau perder. Pois.

Muito mais gira assim...




A obra foi ontem apresentada
nesta cidade pela Agência para a Promoção da Guarda. Para além das fotografias e dos textos, contem uma nota introdutória de Antonieta Garcia.
António Saraiva, responsável pela APG, esclareceu que esta edição vem na sequência de outras publicações através das quais têm “sido destacados factores identitários da nossa zona e fornecida informação para um melhor conhecimento da Guarda”. Para aquele gestor urbano, a nova obra tem a particularidade de oferecer uma perspectiva “bem interessante da Guarda e do concelho a partir do céu”.Imagens inéditas da Guarda, e de alguns dos seus mais expressivos monumentos, integram este livro, com edição bilingue.
Fonte: "Correio da Guarda"

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Stalker

Então pronto...

Ainda bem cedo, aqui dei a entender que o sentido do meu voto nas eleições autárquicas que se avizinham seria uma decisão essencialmente racional, dada a abundância das dúvidas e perguntas por responder. A sua natureza seria pois a de uma escolha o mais esclarecida possível, independentemente do apelo da família política, digamos, "natural". Agora que já se conhecem os programas, as listas e os métodos de cada uma das forças em presença, decidi subscrever a candidatura de Joaquim Valente à Câmara da Guarda. As razões são essencialmente duas: 1º é aquela que, apesar das dúvidas que noutro momento suscitei e que mantive até agora, tem condições para protagonizar um novo ciclo político na cidade e, porque não, na região; 2º um segundo mandato do actual presidente da Câmara é a situação que melhor defende os interesses da Guarda, de acordo com as prioridades apresentadas.