segunda-feira, 18 de maio de 2009

Assim não...


Comemora-se amanhã o 102º aniversário da fundação do Sanatório Sousa Martins. Entretanto, a degradação tomou conta de um património edificado e natural que outrora foi a imagem de marca da cidade. No "Correio da Guarda", Helder Sequeira (autor da foto) uma vez mais adverte para a gravidade da situação e a indiferença das entidades responsáveis. O texto chama-se precisamente "A agonia dos centenários pavilhões do Sanatório". Onde pode ler-se: no Parque da Saúde vão agonizando os antigos Pavilhões D. Amélia e D. António de Lencastre; a Guarda corre o risco de perder uma património ímpar e uma parcela da sua própria história, da história de uma instituição que a projectou dentro e fora das fronteiras nacionais...

Formação acelerada

Julgo-me um tipo honesto e frontal. O que significa que, num mundo do "todos contra todos", à maneira hobbesiana, não me vou "safar" sem aquela ligeireza que muitos assumiram como segunda pele. Isso é que era bom! Impõe-se, portanto, a frequência de um curso intensivo de... filhadaputice. Nem mais! Uma aprendizagem onde pudesse conhecer estratégias, maneiras de roer a corda, traições florentinas, saltos de rã, como eliminar escrúpulos em 10 segundos, etc. É surpreendente como nenhuma instituição nacional se candidatou às verbas comunitárias para acções de formação neste domínio. É de uma vulgaridade atroz ver ofertas formativas na área pedagógica, técnicas disto e daquilo, jardinagem, hotelaria, informática, etc. Todavia, ninguém se lembrou ainda de apostar em cursos de filhadaputice! Uma área em franco desenvolvimento e onde a procura suplantaria todas as expectativas! No nosso país, combinar o tradicional e useiro desenrascanço com índices de filhadaputice "aceitáveis", elevaria drasticamente os níveis de qualificação. Uma das batalhas deste Governo, como é sabido. Nessas acções, haveria vários níveis, consoante as necessidades: básico, intermédio e avançado. Para este, seriam convidados como formadores certos dirigentes desportivos, notabilizados como distribuidores de fruta. Espero então que alguém apanhe a ideia. Serei dos primeiros a fazer a inscrição. Está prometido. O quê, disse alguma coisa?

O labirinto

É um erro pensar que os outros, alguns outros, não têm uma consciência. Que algo os impede de uma dissimulada contrição. Que não possam, ou não saibam, reconhecer as regras que precedem a secura de uma lei ou o peso da uma obrigação. Não é que essa ausência não se manifeste com frequência. Mas quem foge, não foge com a sua consciência. Simplesmente atrasou um encontro. Ou seja, o tal pêndulo, chamemos-lhe do ethos, que julgamos não encontrar, está sempre lá. A questão é que nem sempre se manifesta no local onde o esperaríamos.

domingo, 17 de maio de 2009

Stalker

Cadê o suco, cara...

A apreciação e discussão da petição/manifesto em defesa da língua portuguesa, em sessão plenária da Assembleia da República, está agendada para o próximo dia 20 de Maio. Entretanto, até essa data é possível ainda assinar o documento. Aceder aqui. Contra o acordo ortográfico, a luta continua!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Os 5 magníficos

Desta vez, vou abrir uma excepção e transcrever um daqueles textos que "circulam" na net e que fazem as vezes do anedotário que antes se vertia à mesa dos cafés. A sua ironia crua e dura justifica-o.

ERA UMA VEZ... 4 Funcionários públicos chamados Toda-a-Gente Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria. Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém se zangou porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria. No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.
Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um 5º funcionário, para evitar todos estes problemas.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

O casaco do gajo